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A RESTAURAÇÃO DE ISRAEL NAS PROFECIAS

Estudo das Profecias Nosso objetivo neste fascículo é falar sobre "A Restauração de Israel" e rever fatos históricos em relação a esta nação, sua relutância em aceitar Jesus como o Messias prometido, e os conceitos desse povo sob a visão profética, contudo, sem perder o enfoque de que sua presença nas profecias tem grande significado para o mundo. A escolha deste título tem muito a ver com as promessas de Deus a Israel, pelos patriarcas, pois as cumprirá prontamente. Com origem no gentio Abraão, Israel foi o povo que Deus escolheu para representá-Lo em toda a Terra. Israel, até então, único povo escolhido do Criador, tinha a primazia na missão de fazer conhecido o nome do Eterno entre as demais nações. Deus os puniu por várias vezes em razão dos muitos pecados cometidos contra Ele e Sua Lei, mas sempre os aceitou de volta, quando arrependidos se voltavam para Ele.

Introdução: Entre as grandes punições que Israel sofreu por desobedecer à voz de Deus, estão os cativeiros no Egito, onde passaram quatrocentos anos, e o exílio na Babilônia por setenta anos, contudo, nada se compara à dispersão mundial a partir do Ano 70 d.C.. Mas a promessa é de restauração, quando reconhecerem em Jesus o Messias prometido, a quem se converterão e servirão no milênio.

Até quando duraria a dispersão? Jesus profetizou a dispersão dos judeus dizendo que Jerusalém seria tomada e seria pisada pelos gentios, até que se cumprissem os tempos determinados por Deus. A profecia de Jesus se cumpriu no ano 70 d.C., com a destruição de Jerusalém pelo General Tito. Deus lembraria novamente deles e os faria voltar para sua terra para sempre. "Mas, quando virdes Jerusalém cercada de exércitos, sabei então que é chegada a sua desolação. Então, os que estiverem na Judéia, fujam para os montes; os que estiverem no meio da cidade, saiam; e os que nos campos não entrem nela. Porque dias de vingança são estes, para que se cumpram todas as coisas que estão escritas. Mas ai das grávidas, e das que criarem naqueles dias! porque haverá grande aperto na terra, e ira sobre este povo. E cairão ao fio da espada, e para todas as nações serão levados cativos; e Jerusalém será pisada pelos gentios, até que os tempos dos gentios se completem" (Lucas 21: 20-24).

Em 14 de maio de 1948 renasce o Estado de Israel e os judeus, até então dispersos pelo mundo, começam a voltar para sua pátria, e no dia 11 de maio de 1949, praticamente um ano após o êxodo, Israel é aceito como a 59ª nação da ONU (Organização das Nações Unidas), sem dúvida o cumprimento das profecias de Isaías e de Jeremias que profetizaram e falaram daquele dia: (Isaías 66: 8). (Jeremias 23: 8).

A rejeição do Messias foi o principal motivo que levou a nação de Israel ao sofrimento e à humilhação, deixando-a que vivesse espalhada pelo mundo por quase dois mil anos. Mas o Criador anuncia por intermédio do ministério de Paulo: "E assim todo o Israel será salvo, como está escrito: De Sião virá o Libertador, E desviará de Jacó as impiedades" (Romanos 11: 26). E Isaías diz outra vez: "Porém Israel será salvo pelo Senhor, com uma eterna salvação; por isso não sereis envergonhados nem confundidos para sempre" (Isaías 45: 17). Pensar sobre o endurecimento de Israel nos fará entender o quanto Deus foi misericordioso com o homem que criara, ao qual sempre mostra Sua misericórdia estendendo-lhe a mão. A bondade de Deus é sem acepção, perante Ele, somos todos iguais, independentemente da nação a que pertencemos, pois o Criador criou o homem, este, portanto, foi quem criou as divisões territoriais e causou as separações entre os povos. "Pois quê? Somos nós mais excelentes? De maneira nenhuma, pois já dantes demonstramos que, tanto judeus como gregos, todos estão debaixo do pecado. Como está escrito: Não há um justo, nem um sequer" (Romanos 3: 9-10).

É muito cômodo ao judeu isolar-se em seu mundo e condenar os demais, assim como para o gentio, os judeus não passam de um povo rejeitado e condenado a viver pelo mundo sem esperança, exatamente como aconteceu aos gentios no Antigo Pacto. Paulo, porém, diz que o gentio em nada é melhor que o judeu, e na balança de Deus, o judeu está na mesma situação do gentio. "Porque Deus encerrou a todos debaixo da desobediência, para com todos usar de misericórdia" (Romanos 11: 32). – “Mas a Escritura encerrou tudo debaixo do pecado, para que a promessa pela fé em Jesus Cristo fosse dada aos crentes" (Gálatas 3: 22).

O endurecimento veio sobre Israel para que os gentios se tornassem também participante da misericórdia que até então era privilégio daquela nação. Mas sua rejeição ao evangelho não durará para sempre, de sorte que, assim como o Pai se compadeceu dos gentios, também se compadecerá de Israel e os salvará da maior catástrofe de sua história; o Armagedom. Foram endurecidos porque rejeitaram o Messias. Finalmente serão salvos por Aquele mesmo que rejeitaram, dessa vez, o endurecimento dará lugar ao Espírito de súplicas e de reconciliação; então suas lamentações serão ouvidas e suas súplicas atendidas. “Mas sobre a casa de Davi, e sobre os habitantes de Jerusalém, derramarei o Espírito de graça e de súplicas; e olharão para mim, a quem traspassaram; e prantearão sobre ele, como quem pranteia pelo filho unigênito; e chorarão amargamente por ele, como se chora pelo primogênito" (Zacarias 12: 10).

Quem é a oliveira? Jesus é a raiz da oliveira e Israel os ramos. Aqueles que não aceitaram a mensagem do evangelho foram cortados da oliveira e os gentios crentes enxertados no lugar deles. Deus disse a Abraão: "porque em Isaque será chamada a tua descendência" Gênesis 21: 12, porém, Isaque teve dois filhos, Jacó e Esaú. Se Deus escolheu a Isaque por oliveira, ela já nasceu com duas ramificações, e o descendente teria que nascer de uma delas. Se a promessa é contada a partir da descendência de Isaque, obviamente que ela não ficaria restrita a uma só nação, visto que, ela já nasce com duas nações lutando pela primazia desde o ventre: (Gênesis 25: 23). Destes dois ramos, o Criador escolheu um, (Israel) e deste um, escolheu a família de Davi, de cujo seio brotaria o Messias. (Apocalipse 22: 16).

Em outras palavras, Paulo diz que os ramos só são santos porque a raiz, que é Cristo, é santa. Porque é a raiz que vivifica os ramos. "E, se as primícias são santas, também a massa o é; se a raiz é santa, também os ramos o são. E se alguns dos ramos foram quebrados, e tu, sendo zambujeiro, foste enxertado em lugar deles, e feito participante da raiz e da seiva da oliveira, Não te glories contra os ramos; e, se contra eles te gloriares, não és tu que sustentas a raiz, mas a raiz a ti" (Romanos 11: 16-18).

O único meio de um gentio se ligar na oliveira é por meio do sacrifício de Cristo. Logo, a raiz é o próprio Cristo, pois n’Ele, somos ligados, tanto judeus quanto gentios. Ele é o que liga e o que dá a seiva que vivifica. "Ora, as promessas foram feitas a Abraão e ao seu descendente, Não diz: E aos descendentes, como falando de muitos, mas como de um só: E ao teu descendente, que é Cristo" (Gálatas 3: 16).

A princípio o Criador buscava alguém que pudesse devolver ao homem sua condição original, perdida com a maldição do pecado. Portanto, era necessário que, um homem à semelhança de Adão, morresse para salvar definitivamente a humanidade de seus pecados. Mas, como Deus pesou os homens e não encontrou entre eles um justo se quer, o Criador então decidiu que homem nenhum estava em condições de cumprir essa missão. Havendo Deus provado a Abraão e achando-o em condições de atender aos Seus desígnios, viu naquele gentio uma espécie de precursor da semente santa, justamente a que queria para trazer salvação eterna ao mundo. (Romanos 9:7).

Que povo Deus tomou por Seu? É importante que saibamos que depois de adotado por Deus, como filhos, estes novos agregados já não são mais reconhecidos como estrangeiros ou forasteiros naturais desta ou daquela nação. Agora o povo de Deus forma um corpo espiritual, reconhecido como herdeiros pela mesma fé do patriarca Abraão. É igualmente importante saber que, quando falamos da fé cristã, estamos falando do cristianismo original, sem mescla com o paganismo que contaminou a verdadeira fé atribuindo-lhe uma identidade ocidentalizada que nada tem a ver com a salvação que vem dos judeus. "E para que os gentios glorifiquem a Deus pela sua misericórdia, como está escrito: Portanto eu te louvarei entre os gentios, E cantarei ao teu nome. E outra vez diz: Alegrai-vos, gentios, com o seu povo. E outra vez: Louvai ao Senhor, todos os gentios, e celebrai-o todos os povos. Outra vez diz Isaías: Uma raiz em Jessé haverá, E naquele que se levantar para reger os gentios, os gentios esperarão" (Romanos 15:9-12).

Este novo povo de Deus não é uma nação territorial constituída e administrada pelo Estado. Não é instituição de governos políticos democráticos ou monárquicos. É uma Nação Sacerdotal, com governo de caráter Teocrático, cujo foco está na herança que provém da fé nas promessas do Criador; a nação herdeira do Reino preparado desde a fundação do mundo. "E te dê a bênção de Abraão, a ti e à tua descendência contigo, para que em herança possuas a terra de tuas peregrinações, que Deus deu a Abraão" (Gênesis 28:4). – "E a tua descendência será como o pó da terra, e estender-se-á ao ocidente, e ao oriente, e ao norte, e ao sul, e em ti e na tua descendência serão benditas todas as famílias da terra" (Gênesis 28:14).

Os sinais mais evidentes O retorno de Israel para a Palestina em 1948 é um dos sinais que marcam a proximidade do retorno de Jesus. O povo de Deus deve estar apercebido quanto à preparação para o dia em que o Salvador virá para julgar o mundo, portanto, os conflitos entre árabes e judeus são também sinais que determinam Seu retorno. Além disso, outros conflitos envolvendo Israel estão previstos nas Escrituras, inclusive o ajuntamento das potências no vale de Jeosafá, evento este que deveria acontecer depois do êxodo de 1948. "Porque, eis que naqueles dias, e naquele tempo, em que removerei o cativeiro de Judá e de Jerusalém, Congregarei todas as nações, e as farei descer ao vale de Jeosafá; e ali com elas entrarei em juízo, por causa do meu povo, e da minha herança, Israel, a quem elas espalharam entre as nações e repartiram a minha terra" (Joel 3: 1-2).

O restante de Israel reconhecerá Jesus como Messias e chorarão amargamente por Ele, quando perceberem que ali está aquele a quem desprezaram no endurecimento, mas que finalmente os salvará por causa da aliança e do juramento de Deus a Davi. "Fiz uma aliança com o meu escolhido, e jurei ao meu servo Davi, dizendo: A tua semente estabelecerei para sempre, e edificarei o teu trono de geração em geração" (Salmos 89: 3-4). –"… E multiplicarei o fruto das árvores, e a novidade do campo, para que nunca mais recebais o opróbrio da fome entre os gentios" (Ezequiel 36: 24-30).

Que trabalho exercerá Israel no milênio? As promessas de Deus a Israel são incondicionais, portanto, mesmo espalhados entre as nações, Israel nunca perdeu a esperança de um dia ser repatriado. O movimento sionista nasceu influenciado pelo Livro Der Judenstaat (O Estado Judaico) de Theodor Herzl, um jornalista judeu-austríaco, que defendia a criação de um Estado para repatriar os judeus na Palestina. Este movimento foi ganhando forças ao longo do século XX, porém, na metade deste mesmo século, o povo judeu viu o sonho de voltar à sua pátria se tornar realidade. Mas, como as coisas nunca foram fáceis para os dispersos de Israel, assim como nos dias de Esdras, quando voltavam do cativeiro babilônico, o movimento sionista encontrou resistências até por parte de muitas instituições religiosas. Livros foram escritos contrários ao movimento, porque nem mesmo aqueles que se intitulavam interpretes das profecias bíblicas acreditavam que um feito desta envergadura pudesse um dia se cumprir.

(Os fatos e as profecias provam que os judeus naturais nunca mais serão um povo escolhido, congregado. Como povo rejeitaram de modo flagrante o Messias, Sua verdade e Seu Reino. É uma esperança falsa a de que eles devem ser congregados na Palestina e convertidos em massa para Jesus Cristo antes de Sua segunda vinda e como sinal do próximo estabelecimento do Seu Reino. O Reino de Deus foi estabelecido em 1914 E.C., então Cristo Jesus tomou posse do Reino à destra do Pai, e isso sem conversão em massa de judeus a Cristo) (Seja Deus Verdadeiro – Pg. 207 – Publicado em Inglês em 1946 e em Português em 1949).

Dois anos depois da publicação deste livro, os judeus voltaram para sua pátria e as afirmações do livro se revelaram indignas de créditos, porque não se confirmaram. A pessoa que fez tal afirmação, não conhecia as profecias sobre Israel, ou tinha uma facilidade enorme para contradizê-las. Compare agora o que realmente diz as profecias sobre a volta dos judeus para a Palestina em 1948: "Quem jamais ouviu tal coisa? Quem viu coisas semelhantes? Poder-se-ia fazer nascer uma terra num só dia? Nasceria uma nação de uma só vez? Mas Sião esteve de parto e já deu à luz seus filhos" (Isaías 66: 8). – "Mas: Vive o Senhor, que fez subir, e que trouxe a geração da casa de Israel da terra do norte, e de todas as terras para onde os tinha arrojado; e habitarão na sua terra" (Jeremias 23: 8). Muito pelo contrário, os fatos e as profecias provam que Israel não foi definitivamente rejeitado e excluído para sempre das promessas de Deus nem ficará para sempre endurecido. O Criador é quem diz: "E vós sabereis que eu estou no meio de que Israel, e que eu sou o Senhor vosso Deus, e não há outro; – e o meu povo nunca mais será envergonhado" (Joel 2: 27).

Voltou mesmo Jesus em 1914? Dizer que o Filho de Deus voltou neste ou em qualquer outro tempo é o que podemos chamar de: Falhas de interpretações proféticas. A bíblia diz que no dia em que Jesus voltar, os salvos mortos ressuscitarão e os crentes vivos serão transformados, depois, ambos os grupos se juntarão e subirão ao encontro de Jesus nos ares. Nada disso aconteceu em 1914!

"... Nós, os que ficarmos vivos para a vinda do Senhor, não precederemos os que dormem. Porque o mesmo Senhor descerá do céu com alarido, e com voz de arcanjo, e com a trombeta de Deus; e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro. Depois nós, os que ficarmos vivos, seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens, a encontrar o Senhor nos ares, e assim estaremos sempre com o Senhor" (1 Tessalonicenses 4: 15-17).

O Messias prometido. Somos recomendados por Paulo a não ignorar o fato que o endurecimento de Israel foi parcial, e deverá durar até cumprir o tempo dos gentios. Parcial porque nem todos os de Israel foram endurecidos, e não é definitivo porque durará até a volta do Messias, quando entrar a plenitude dos gentios. Houve também a conversão de 144 mil judeus escolhidos como as primícias, contados entre os primeiros frutos do evangelho. "Porque não quero, irmãos, que ignoreis este segredo (para que não presumais de vós mesmos): que o endurecimento veio em parte sobre Israel, até que a plenitude dos gentios haja entrado. E assim todo o Israel será salvo. como está escrito: De Sião virá o Libertador, E desviará de Jacó as impiedades.

Dizer simplesmente que Jesus é o Messias prometido não é suficiente, principalmente se a pessoa com quem você fala for um judeu. Nem mesmo provas concretas na Bíblia, de preferência no Antigo Testamento, são suficientes para atrair a atenção da maioria deles. Para a Igreja, no entanto, são suficientes as profecias cumpridas do N.T., além de muitas outras encontradas também nos salmos e nos profetas que anunciam a chegada do Messias. O próprio endurecimento de Israel profetizado por Paulo é uma prova autêntica do N.T. que vem se cumprindo sistematicamente sobre eles. Quero também esclarecer que os apóstolos não reconheceram uma classe de judeus evangélicos e outra classe de judeus endurecidos. Para eles, haviam apenas três povos distintos: Os judeus, os gentios e a Igreja de Deus.

"Portai-vos de modo que não deis escândalo nem aos judeus, nem aos gregos, nem à igreja de Deus" (1 Coríntios 10: 32). Jesus uniu em um só corpo o povo de Deus formando um novo homem espiritual. Portanto, essa onda de judeus cristãos é um movimento paralelo à verdadeira Igreja que Cristo fundou.

Na Bíblia não há espaço para uma igreja judia e outra gentílica. A Igreja é um só edifício com apenas um alicerce e Jesus é sua pedra principal. "Porque ele é a nossa paz, o qual de ambos os povos fez um; e, derrubando a parede de separação que estava no meio... (Efésios 2:14–16). Porque todos quantos fostes batizados em Cristo já vos revestistes de Cristo. Nisto não há judeu nem grego; não há servo nem livre; não há macho nem fêmea; porque todos vós sois um em Cristo Jesus. E, se sois de Cristo, então sois descendência de Abraão, e herdeiros conforme a promessa" (Gálatas 3: 27-29).

Diante do atual cenário das investidas que se fazem aos grupos de judeus espalhados pelo mundo, somos levados a crer que essa gama de cristãos convertidos ao judaísmo é o resultado de tentativas frustradas de converter judeus ao cristianismo. As campanhas pela conversão de judeus em cristãos, às vezes, acabam surtindo efeitos colaterais, é quando o pretenso ganhador de judeus se deixa levar pela cativante riqueza da religião hebraica.

Na tentativa de ensinar os judeus, muitos são vencidos por eles, e aderem ao judaísmo negando o Salvador que morreu para salvá-los. Assim terminam fazendo o inverso de Paulo que abandonou o judaísmo para viver o verdadeiro Evangelho. Estes, infelizmente, vão do evangelho para o judaísmo, e se afastam da verdade e passam a esperar um Messias que nunca virá. De quebra, ainda dizem que estão voltando às raízes da verdadeira fé.

 

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